Migração de média para baixa tensão

A migração de média para baixa tensão avalia se, tecnicamente e economicamente, faz sentido a empresa deixar de operar no grupo tarifário de média tensão e passar a ser atendida em baixa tensão, o que pode reduzir custos fixos ligados à demanda contratada quando o perfil de consumo da instalação é compatível com essa mudança.

Sobre o serviço

Diferença entre os grupos tarifários

Consumidores em média tensão pagam tarifas específicas de demanda contratada, independentemente de utilizarem toda a capacidade reservada, além de estarem sujeitos a regras próprias de faturamento de energia reativa. Consumidores em baixa tensão seguem uma estrutura tarifária diferente, sem a cobrança de demanda contratada da mesma forma, o que pode ser mais vantajoso para instalações com consumo compatível com esse enquadramento.

Estudo de viabilidade técnica e econômica

A migração não é indicada para toda instalação. O estudo avalia a carga instalada, o perfil de consumo ao longo do dia, os custos de eventual readequação da subestação e transformadores, e projeta o payback do investimento necessário frente à economia esperada na tarifa, para concluir se a mudança realmente compensa no caso concreto da empresa.

Impacto na redução de custos com demanda contratada

Quando viável, a migração pode eliminar ou reduzir significativamente os custos fixos associados à demanda contratada em média tensão, especialmente em instalações que reservam uma capacidade de demanda maior do que efetivamente utilizam ao longo do mês.

Benefícios

  • Estudo técnico antes de qualquer decisão de mudança de grupo tarifário
  • Potencial redução de custos fixos com demanda contratada
  • Projeção de payback do investimento necessário para a migração
  • Avalia a compatibilidade da carga instalada com o novo enquadramento
  • Evita migrações precipitadas sem embasamento técnico e econômico
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Perguntas Frequentes

Não. A viabilidade depende do perfil de consumo, da carga instalada e de critérios técnicos e regulatórios específicos, avaliados no estudo antes de qualquer decisão.

O prazo de retorno varia conforme o porte da instalação e a economia projetada, sendo estimado especificamente no estudo de viabilidade de cada caso.

Pode exigir readequação de parte da subestação e dos equipamentos de proteção, dependendo da configuração atual da instalação, o que é considerado no estudo de viabilidade.

Após concluído o estudo técnico favorável, a solicitação segue o processo formal exigido pela concessionária responsável pelo atendimento da região.

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